OH! MEU PAI! 

O Arquivos do Woo chegou aos seus 4 anos de vida e nunca fiz nada em comemoração - Apesar de nunca ter encontrado razões para o fazê-lo.

Hoje eu quero agradecer a todos os leitores e amigos que tornaram possível a existência desse humilde espaço de entretenimento. Sem os seus comentários ou mesmo ofensas - né Cicero342 e Felipe Souza - talvez esses 4 anos não tivessem sido possível.

Bem, isso é uma comemoração então irei fazer um pequeno resumo de como o Arquivos do Woo nasceu.

Recordo que quando criei o New Old Players o meu primeiro blog, eu sequer tinha um computador, mas estava tão empolgado com a ideia de interagir com a galera que escrevia sobre os jogos, que mandei emails para o criador do primeiro blog de retrô games que conheci, que por sinal pertencia ao Orákio Rob do ótimo e morto vivo Gagá Games.

Essa era a cara do New Old Players em 2011
Por um tempo foi muito bom ser parte daquilo, principalmente pelos debates que rolava no twitter. Todos eramos amigos, colegas e unidos, mas eu queria mais, pois estava cansado de fazer algo que todos faziam.

Claro, que existem pessoas fazendo o mesmo na internet, só que eu procurava pelo meu público e não alguém que me visitava apenas por ser do meio retrô e comentava sem ler o texto.

Sério, tem gente que faz isso.

Então resolvi criar o blog Woo Talks, que era para ser o meu espaço variado e por sinal nem lembro o que havia escrito por lá. Ele não vingou, então resolvi partir para o Woo Archives.


Com o Woo Archives eu me divertia bastante, tinha como meta falar sobre games, filmes e etc... Coisa que fiz no Arquivos do Woo logo após excluir o Woo Archives. Lá o problema era que sou uma negação mexendo no Wordpress, e isso unido a ausência de PC não ajudava.

Porém, eu peguei gosto por escrever assuntos diversos, então no dia 25/04/2011 eu criei o Arquivos do Woo, que teve o banner feito pelo grande Jorge Lucas, popularmente conhecido como Macho Gamer. Depois de um tempo eu troquei o banner por um feito pelo meu brother Juliano Nesbitt, criador do Retro News Forever e do canal NesbittTV




O começo foi ótimo e até consegui uma frequência, mas acabei abandonando o blog e a internet por quase 2 anos devido a diversos problemas na minha vida pessoal que por sinal tu pode ler o que houve na minha Retrospectiva 2012.

Foram dias difíceis, mas que passaram e me animam a escrever sempre, mesmo que as vezes demore um pouco - EU TENHO VIDA, NÉ!

Atualmente estou estudando, e isso consome tempo como todos devem saber e tenho um problema de atenção, o que me tira o foco das coisas ou seja me distraio fácil e isso é a maior merda. Eu também me "casei" então não dá para dedicar todo o meu tempo livre para o blog, mas tenho planos para tornar esse espaço cada vez mais bacana para melhor entretê-los.

Como podem ver o texto é bem curto, eu queria apenas mostrar um pouco da história e que vocês vissem o quanto o blog mudou no decorrer dos anos.

Eu gostaria de agradecer a muitas pessoas pelo apoio nesses anos, mas não quero ser injusto e correr o risco de esquecer o nome de algumas delas, então á vocês o meu mais sincero OBRIGADO, cês são foda!


Agradecimento especial ao Marvox do site Marvox Brasil e o Leonardo Soler do Game Gênius, que estão sempre próximo e dando aquela força e puxão de orelha.

Claro, vocês leitores são awesome demais, obrigado por me acompanharem todos esses anos.

Antes de encerrar, gostaria de pedir que todos me digam quais seções gostariam de ler com mais frequência aqui. Pode responder por comentários ou pelas redes sociais.

Então é isso, obrigado e beijos do gordo!

Depois de uma longa espera, finalmente pude assistir ao terceiro e último filme da franquia A Centopeia Humana, que foi iniciado por Tom Six em 2009.

O primeiro filme causou um alvoroço bem grande, o que culminou em milhares de crítica, só por causa do processo cirúrgico que apelidei carinhosamente de "Ass to Mouth", e que é bem comum na industria pornográfica.

Ainda não entendeu do que diabos eu estou falando? Oh, céus! Basta olhar para o banner desse artigo.

Sigamos em frente;

Em Centopeia Humana 3: Sequencia final somos levados a uma prisão de segurança máxima para criminosos sexuais. Prisão essa que é comandada com mãos de ferro pelo diretor Bill Boss (Dieter Laserao lado de seu contador, Dwight Butler (Laurence R. Harvey).

Dwight exibe os dois filmes da Centopeia Humana a Bill, explicando que essa ideia pode ser aplicada nos prisioneiros como uma forma de punição, pois o método tradicional tem gerado muitos custos ao estado , e sequer são reabilitados. De inicio Bill não dá atenção alguma e decide que castração ainda é um método muito mais eficaz de reabilitação.



Infelizmente a castração não dá certo, mas fez um bem danado ao Bill, que comeu os testículos posteriormente.

Ótima maneira de reaproveitar bolas
Bill é sádico e mentalmente instável, algo que nem precisava ser dito se você notou algo diferente na imagem acima.

Sim, ele esta devorando os bagos de um cara! OS MALDITOS BAGOS DE UM CARA!

Err... Obviamente que arrancar as bolas de um criminoso não tornará o comportamento dele menos agressivo, mas não torna tudo menos divertido.

Bem, Bill recorre a todos os meios para reabilitar e tornar menos violentos os prisioneiros, e o fato do governador (Eric Roberts) ter dado um ultimato, só faz com que Bill fique mais e mais perturbado.

Depois de perceber que castrar o prisioneiro, apenas proporcionou uma iguaria para o almoço, ele acaba por aceitar a ideia de Dwight, que resolve chamar o próprio Tom Six ( Interpretando a si mesmo) e que durante o dialogo explica a ideia original para A Centopeia Humana.


Dwight, é um tremendo pela saco, mas é bacana.
Caso você não saiba, a ideia original consistia em unir a boca de um pedófilo ao ânus de um caminhoneiro, como forma de punição.

Fazendo uso dessa ideia de punição, Dwight chega a conclusão de que não é necessário toda a mutilação apresentada nos dois primeiros filmes. Ele desenvolve um processo para a centopeia humana em que os prisioneiros não são mutilado, mas deixa pequenas cicatrizes ao redor dos lábios e ânus, como um lembrete da vida de crime.

Inicialmente esse era o plano, mas Bill resolve deixar a sua marca e cria a Lagarta Humana, e que realmente é uma grande ideia, mas deixarei vocês visualizarem mentalmente como ela deve ser.



Um fato interessante sobre Dwight, é que ele sabe o quão instável Bill é, mas não deixa o desgraçado de jeito algum, nem mesmo quando demitido. Talvez seja por seu amor a secretaria/amante de Bill, ou amor por Bill, vai saber.

Secretaria essa que é interpretada pela atriz porno Bree Olson, que aqui continua fazendo o que mais sempre fez artisticamente, mas dessa vez sem tirar a roupa.


A cabeça loira pertence a Bree Olson
No decorrer do filme, Dieter Laser mostra que não ganhou o premio de melhor ator alemão a toa, pois ele esta sensacional interpretando Bill, superando até mesmo o seu personagem de Dr. Heiter, no primeiro filme. O personagem é insano em um nível doentio, sempre alternando seu humor entre crises de violência extrema e berros à dancinhas no mínimo estranhas quando esta feliz.

O mais importante é que o filme faz você pensar no sistema prisional como um todo, pois ele deixa claro que violência não é o caminho, mas mostra que uma punição pior que a morte pode ser a solução.

Eu sei que é um filme, mas não deixa de ser uma critica ao estado que gasta muito com prisões e o sistema carcerário. O filme deixa aquela mensagem "E se houvesse uma punição pior de que o crime, será que realmente a pessoa cometeria o crime novamente, ciente de que teria a boca colada ao ânus de alguém?"  Acho que não.


Usem a imaginação
The Human Centipede 3: Final Sequence fecha a franquia com chave de ouro. Somos brindados com sangue, violência e personagens curiosos e bem interpretados, o que vai arrancar boas risadas em momentos sérios.

Certamente a galera do politicamente correto vai criticar muito, até porque o personagem Bill é racista, machista e tudo o que existe de ruim no ser humano, porém, é patriota e rola até um momento "Como assim você fuma charutos cubanos comunistas" que é hilário.

Nada que justifique sua escrotidão que beira ao absurdo, alias, uma prova de que nos adaptamos ao ambiente que nos cerca, pois Bill vive o tempo todo com medo de ser morto em uma rebelião.



Esse nunca mais vai estuprar ninguém, pode ter certeza
Eu sei que algumas pessoas se prendem mais a ideia do "ass to mouth" e por isso nunca viu o filme, então não desperdice o seu tempo falando besteira a respeito, vá assistir o filme e tire suas conclusões, assim pelo menos você apontar algo antes de encher o saco de quem gosta de filmes violentos.

E saiba que existem filmes muito mais grotesco do que a trilogia A Centopeia Humana, acredite, como o A Serbian Film que é pior, muito pior e rola maltrato com mulheres

OH MEU SANTO PAI! um filme em que rola maltrato com as mulheres, o diretor deve ser um machista gorducho achocolatado. 


Vamos pegá-los? ...

Agora que os chatos corretos se foram, quem sabe eu não escrevo a respeito desse A Serbian Film.

Espero que tenham gostado das minhas impressões sobre esse filme tão controverso, até a próxima.

Sabe aquela banda que seu amigo te apresentou e que após ouvir duas faixas na maior má vontade, tu logo diz: Mano, mó merda, cê tá ouvindo essa bosta! Hummm, boiola!

O meu contato com o Bring Me The Horizon foi dessa forma, após meu grande amigo Erivelton, apresentar o álbum "There Is A Hell, Believe Me I've Seen It. There Is A Heaven, Let's Keep It A Secret" eu repudiei o vocal, que mais se assemelhava à um bode berrando, após ter seus testículos esmagados. E não me leve a mal, apesar de curtir monstros como  Ozzy, Black Sabbath, Dio e Motörhead durante toda a adolescência, eu  gosto de conhecer bandas novas.

Bring Me The Horizon me desapontou nesse primeiro contato, mas meses depois, enquanto procrastinava pela internet, resolvi ouvir novamente aquele álbum. Foi então que tive contato com o novo álbum: Sempiternal.




Após ouvir a faixa "Shadow Moses" eu não podia acreditar que se tratava da mesma banda. Eu não consegui tirá-la do repeat, algo semelhante só aconteceu quando ouvi pela primeira vez o álbum Norma Jean - VS - The Anti-Mother, que é fantastico, ouça.

Aqui os gritos escalafobéticos e incompreensíveis deram lugar a um gutural audível, além de letras mais profundas e um melhor aproveitamento da voz de Oliver, vocalista da banda. Os melódicos são de arrepiar, além de que o teclado incorpora perfeitamente cada faixa.

Claro, os fãs putinhas detestaram, querem peso, querem berros, querem mais do mesmo, o que ao meu ver não faz sentido. Eu procurei ouvir os álbuns anteriores e basicamente flertavam com o deathcore, ou seja, mais do mesmo, exceto as composições, que eram bacanas.

Bem, mas pelo que pude entender dos diversos comentários criticando a mudança da banda, foi que eles temem que o BMTH se torne em algo pop, o que é uma tremenda burrice.

No vídeo você confere a evolução do vocalista no decorrer dos álbuns.

Eu pensei que essa mentalidade underground tivesse mudado, mas ainda existem pessoas que enxergam o popular como algo ruim. É a mesma galera que diz "Slipknot é ruim, pois virou pop" mas bate o cartão todas as vezes que os caras vem ao Brasil. 

Esse preconceito bobo só estraga o cenário musical e dificulta o nosso acesso a bandas ótimas.

Não fiquem putinhas, eu entendo essa mentalidade, pois em minha adolescência eu era um fã putinha do Slipknot, e achava que eles não deveria ser muito popular, mas quase tive um orgasmo quando os assisti no Rock´n Rio pela TV.

Repito, radicalismo não leva a nada, a musica em si foi feita para ser ouvida e curtida.

Voltando ao Bring Me The Horizon, saibam que em Sempiternal você encontrará um álbum bem produzido, além de uma musica mais madura, sem aquela pegada adolescente, que ao meu ver é/era 90% do atrativo do publico dos álbuns anteriores.

Sempiternal é tão bom que levou o premio APM como álbum do ano, mesma categoria que Avenged Sevenfold competiu com a música "Hail to the King" no ano passado. Enquanto você esta ai, chorando e reclamando, seu putinha!

Se existe um gênero de filme que me faz soltar boas gargalhadas tanto quanto uma boa comédia, são os filmes de horror. Eu cresci assistindo a clássicos como The Shinning, Christine, Gremlins, Hellraiser entre tantos outros, mas quando preciso jogar algum título do gênero eu simplesmente bugo.

Obviamente não estou aqui para falar dos meus complexos e problemas mentais, mas sim, para apresentá-los à Lakeview Cabin Collection.


Eu não sou muito chegado a games indies, principalmente pelo fato de que poucos jogos que utilizam do pixel art são bons, mas no caso desse título, ele realmente me empolgou, pois além de ser uma homenagem aos filmes slasher dos anos 80, realmente é muito divertido e com sangue o suficiente para agraciar os amantes de Hotline Miami e filmes de horror.

O jogo começa especificamente na rua, próximo a um cinema e em seu comando com quatro personagens masculino. Sendo que um é um visitante qualquer, o outro um mendigo portando uma shotgun e dois funcionários do cinema.


Eu não pretendo oferecer spoiler, mas há um easter egg a ser feito com esses personagens, but, entrando com um deles na sala de cinema do filme Lakeview Cabin III, você passa a controlar o grupo de casal.


No jogo você terá em seu comando um grupo de casal, que como qualquer bom filme de horror dos anos 80, resolveu passar o final de semana isolado do mundo e escolheu o Camping Lakeview. - Eu carinhosamente apelidei o grupo de ABBA, e o cachorro apelidei de Scooby, sou péssimo para dar nomes em animais, basta ver minha gata que recebeu o nome de Kirie.

Voltando, apelidei a garota ruiva de Shakira, assim, eu pude usá-la como isca para matar o assassino sem dor na consciência - Morra Shakira!



Droga, esqueci de falar sobre o assassino, pois bem, em Lakeview, você pode transar, nadar pelado, tomar cerveja, fumar maconha, tudo como manda a lista de coisas a não serem feitas quando se está em um local isolado da civilização. Se você realizou todos esses itens, se prepare pois Baby Face vai aparecer, alias, nem precisa fazer, ele vai aparecer de qualquer forma.

Para sobreviver, você pode se esconder dentro de armários, pular no lago, esconder-se nos cômodos ou tentar dar cabo da vida dele, mas saiba que quando Baby Face estiver bem machucado, uma surpresa surgirá.

Isso não o impedirá de acertar a cabeça dele com um machado, atear fogo, atirar com uma shotgun na cara ou derrubar um bloco de concreto em cima dele. Existem inumeras armas ao seu dispor, basta usar a imaginação.


Também há inúmeras formas de ser morto no jogo, mas o fato dele obrigar você a criar uma armadilha no melhor estilo Scooby-Doo torna o replay cada vez melhor. Talvez o único ponto negativo por enquanto seja o fato de que apenas o "terceiro filme" é jogável. Após concluir você volta para o cinema onde vê as outras salas do cinema bloqueadas.



O primeiro título é gratuito e você pode jogá-lo diretamente no site do Game Jolt, mas  a versão paga é bem superior e tem a vantagem de que você compra uma vez e receberá todos os "filmes" conforme forem lançados.

Espero que os próximos possam mesclar títulos como O Exorcista, Drácula ou até mesmo o Massacre da Serra elétrica - O que achei imperdoável por não encontrar nenhuma moto serra no local.

Se está sem nada para jogar e procura por algo novo, recomendo vivamente que joguem Lakeview Cabin Collection, pois como eu disse, não sou muito chegado a  games indies, mas se é bom, eu preciso dar o braço a torcer.

Agradecimentos ao canal do Lazy, pois conheci o jogo lá em um dos ótimos gameplays que ele faz, que por sinal você pode ver logo abaixo:



Obrigado, Lazy!

Frases como "Cara, a minha namorada não gosta de games" ou "Minha esposa briga o tempo todo comigo, pois diz que passo tempo demais no videogame e não dou atenção" são muito comuns quando se é adulto e está em um relacionamento.

Mas tenha calma, respire e se atente a leitura, pois apresentarei alguns jogos que você pode apresentar ao seu parceiro(a) e juntos curtir aquela noite divertida em frente a TV.

Antes de começar alerto que é precisa analisar o perfil de sua amada(o), pois conhecer os gostos é essencial, caso contrário você continuara com suas frustrações.

Conheceu o terreno? Então vamos às dicas, e o primeiro é indicado para as românticas(os) incorrigíveis.



Shadow of the Colossus é um título obrigatório a todo gamer, mas obviamente a sua parceira(o) não o conhece - caso contrário você não estaria lendo esse texto - e para atrair a atenção com esse game, será bem fácil.

O jogo conta a história de Wander, que após a morte de Mono sua amada, desobedece as ordens dos anciões de sua tribo e se aventura em uma região proibida, a fim de encontrar com um espirito antigo que possui poder pra trazer Mono de volta a vida. Em troca, ele precisaria derrotar 16 Colossis - Pode chamar de Colosso também, fica a vontade.

Conte o enredo de Shadow of the Colossus enquanto olha fixamente nos olhos dela(e), e não se esqueça de dizer  "Eu mataria mais de mil... por você, amor". Suspiros podem ser derramados, então aproveite esse momento e corra até o primeiro colossi.

Mostre a ela que Wander está disposto a sacrificar sua vida e humanidade em nome do amor. As suas noites em frente a TV serão muito mais divertidas o
 apoio moral de sua companheira, e convenhamos, vocês podem brincar juntos, impondo prêmios a cada colossi derrotado.

De nada!

Agora no caso de um companheiro(a) mais radical, que ama terror e gore, mas não abre mão de um romance de leve, então recomendo



Dead Space nos conta a história de Isaac Clarke, um rapaz que pode ser interpretado como um louco, pois se torna voluntário na nave USG Ishimura, após receber a mensagem de sua ex-namorada, Nicole.

Obviamente há amor envolvido, mesmo que exista um "EX" entre os dois, a motivação de Isaac é louvável. 

O jogo contém uma quantidade de sangue e vísceras o suficiente para saciar a dose de violência que leva sorriso ao rosto de sua companheira(o). Então apresente a entrada do jogo, mostre Isaac aterrissando na nave onde sua amada era tripulante, e como  é recebido por cadáveres mutantes devoradores de humanos.

Segure as mãos dela(e) nesse exato momento enquanto rola a introdução e diga "Por você eu mataria esses demônios a dentadas duas vezes".


Há uma grande probabilidade dos joystiqs serem arremessado ao chão e a partida ser deixada para o dia seguinte.

De nada!

Bem, agora se sua companheira(o) é mais chegado em pelúcias, personagens fofinhos ou qualquer coisa que eleve o medidor de fofura as alturas, então vós lhe indico



Rayman Origins oferece uma explosão de cores, personagens fofos e uma trilha sonora que gruda na cabeça como se fosse martelado um prego em seu crânio.

Sério!

Não só as musicas são boas, como a jogabilidade é viciante o desafio é grande pra cacete. Com Rayman Origins não será preciso muito esforço para incentivá-la(o) a se juntar a você.


Basta começar a jogar, que a música e o design fara todo o trabalho, eu garanto.

O jogo ainda pode ser jogado em até quatro jogadores ao mesmo tempo, então vocês não só jogaram juntinhos, com gargalharão com as trapalhadas um do outro. Quando se der conta só ela, ela(e) chamara você pra jogar.

Se pra você ainda não é o suficiente,  então enquanto estiverem jogando, chegue próximo ao ouvido da companheira(o) e diga  "Você não é um Lum, mas é a luz da minha vida". 

Já sabe, guarde forças para jogar no dia seguinte... de nada!

Agora se sua companheira(o) é do tipo que gosta de enredo bem trabalhado e desenrolares surpreendentes, então é hora de apresentar um jogo mais complexo, a dica é



Heavy Rain faz o jogador se perguntar "Quais sacrifícios você está disposto a fazer para salvar quem você ama?".

Personagens complexos e um enredo de tirar o folego, ele colocará você na pele de Ethan Mars, um pai que esta lutando contra o tempo para salvar seu filho das garras de um serial killer.

Há tantas opções e decisões a serem tomadas durante toda a jogatina, que convidar seu companheiro(a) para ajudá-lo será quase que impulso, pois a cada desenrolar vocês ficaram mais imerso.

Descobrir quem é o assassino do Origami será a meta do casal por um bom tempo,
mas entrem em um acordo na hora de tomar as decisões.

Agora se o único contato com games de seu companheiro(a) foi com o jogo da cobrinha dos celulares, então recomendo o clássico


Super Mario World, que é um dos melhores jogos já feito pela Nintendo, e que em minha opinião todo mundo precisa jogá-lo uma vez na vida.

Obviamente que sua companheira(o) pode estranhar um jogo em 2D, em mundo que cada vez mais os jogos se aproximar da realidade, mas basta apresentar algumas fases e os desafios que aguardam.

Quem nunca resolveu jogar um pouco e acabou jogando horas a fio.

Há também o apelo de que você é um encanador dopado de cogumelos na tentativa de salvar uma princesa. 


Quem precisa de enredo complexos pra se divertir mesmo, né?

A diversão com esse jogo é infinita e até mesmo seu filho que ainda não veio, um dia vai jogar, então se você quer iniciar seu companheiro(a), esse é o jogo.

Vai por mim Super Mario é a prova de falhas, mas se por ventura ela(e) quer algo com mais sério, então o que acha de apresentar um título carregado de suspense psicológico e horror ?


Silent Hill Shattered Memories é o remake do clássico lançado para PlayStation a muitas luas atrás. Então, caso ela(e) não conheça nada da franquia, você pode começar por esse.

No enredo um pai que ao sofrer um acidente na estrada, acaba por perder sua filha em uma cidade isolada, chamada de Silent Hill.

Reconheço que diferente de Dead Space, aqui o personagem não possui armas, então o desespero que a sua companheira(o) vai sentir será extremamente divertido. Principalmente quando os monstros começarem a correr atrás do personagem, eu atirei o joystiq no chão várias vezes, então posso dizer com propriedade que esse jogo proporcionará muitos abraços e agarrões - Eu procurava a pessoa mais próxima de mim em todas as vezes que me assustei.

O que? O medo aproxima as pessoas.


Porém, se nada disso ainda agradou sua companheira(o), então mostre a ela


Street Fighter Alpha 2 é a prova de que espancamento também serve para entreter, pois ao invés de resolver suas desavenças amorosas na base da agressão verbal, porque não resolver com Street Fighter.

Soltar hadoukens ou esmerilhar a face do seu oponente por todo o cenário é tão libertador, que problemas mundiais deveriam ser resolvidos com partidas de Street Fighter  ao invés de armas e bombas.

O momento que você passa apresentando o mundo dos videogames a seu companheiro(a) será muito agradável, contanto que você não seja um babaca e tente forçar isso em sua relação. É preciso respeitar o gosto de cada um e aceitar que algumas pessoas não tenham tanto apreço a jogos quanto você.

Mostre que videogames podem ser uma ótima forma de relaxar dos estresses do dia-a-dia, como por exemplo;

O chefe esta pegando no pé e você não quer apunhalá-lo? Vai jogar uma partida de Street Fighter.

Acordou com uma sede de matar desafetos de uma forma agonizante? Vai jogar Grand Theft Auto.

Videogames podem não resolver todos os problemas do mundo, mas pode te divertir e impedir que faça alguma merda. 

PS: Acha que algum jogo ficou de fora e deveria ter sido incluso? Faça sua lista nos comentários. As vezes ele pode surgir em uma próxima lista.