Netflix Série: Making a Murderer | 1º Impressões

Ontem decidi assisti ao documentário-série " Making a Murderer " do Neflix . Só para v...


Ontem decidi assisti ao documentário-série "Making a Murderer" do Neflix. Só para ver se realmente valia a pena dedicar um tempo para assistir aos 10 episódios, mesmo depois de ouvir tantos comentários bons a respeito.

Para minha surpresa a série consegue prender a atenção do telespectador muito facilmente. Em poucos minutos meu nervos estavam a flor-da-pele e eu desejava que o Justiceiro invadisse aquele condado só para ter uma conversinha com a policia.

Eu havia decidido assistir apenas o episódio piloto e acabei passando o dia todo. Recordo de adormecer no sétimo episódio e acordar desesperado para descobrir o que acontecerá com o caso de Steven Avery. Um cara que passou 18 anos de sua vida preso injustamente pelo crime de estupro, pelo simples motivo que a policia do condado de Manitowoc decidiu que culpá-lo ao invés de procurar o verdadeiro criminoso era mais prático - além de outros motivos pessoais.

A série foi produzida pelas documentaristas Moira Demos e Laura Ricciardi, que levaram 10 anos para concluir  o trabalho. No caso a série aborda os 18 anos da prisão e mais um novo caso que acaba por levar Steven novamente a prisão por homicídio.


O fato de ser uma história real que ainda continua se desenrolando no sistema judiciário americano realmente intriga. O telespectador acompanha do início ao fim todas o julgamento, que em minha opinião é enervante, pois diversas vezes eu bradei o quão retardado e cega a justiça é perante a provas e depoimentos sempre que isso favorecia ao réu.

Eu quero muito falar a respeito dos detalhes, Oh! Céus! Mas não posso por ser spoiler.

Talvez o ponto importante levantado pela série é o de que se alguém quiser  ver você preso, tenha certeza que não importa se tenha vinte duas testemunhas do seu lado, eles vão te prender. 

O caso de Steven me lembrou muito o do pobre Marcos Mariano da Silva, que fora preso injustamente em 1972 e foi solto apenas seis anos depois, em 1982, quando conseguiram prender o verdadeiro criminoso. Porém, três anos depois, em 1985,  Marcos foi preso novamente, dessa vez após um policial o reconhecer durante uma blitz, quando dirigia um caminhão. Dessa vez ele foi preso como foragido da justiça e passou 13 anos presos, sendo que durante uma rebelião no presidio, Marcos acabou ficando cego após ser atingidos por estilhaço de uma bomba de gás lacrimogênio atirado pela tropa de choque. O pobre Marcos foi solto só em 1998, após um mutirão judiciário descobrir o erro. Fora da cadeia entrou com um processo contra o governo estadual, mas acabou falecendo em 2011 de infarto, sem receber toda sua indenização.

Talvez o caso que citei não seja tão conhecido, porém, mostra que esse tipo de falha não está restrito apenas ao sistema judiciário americano.


Outro ponto do caso e que realmente causa vergonha alheia é o que foi feito com Brendan Dassey, sobrinho de Steven. Ele é coagido a alegar que participou do crime de assassinato da Teresa Halbach, mesmo que os vídeos do interrogatório mostrem claramente que o garoto tem problema de aprendizagem e que o investigador é quem cita sobre os assassinato, não Brendan.

Você se pergunta por diversas vezes se realmente os acusados são inocentes a cada nova prova que surge, o que sempre me levava a soltar um: Ooohhh!

Eu não quero me aprofundar mais na história, por isso recomendo vivamente que todos assistam a essa incrível e exclusiva série da Netflix

Será que Steven Averys realmente matou Teresa com o auxilio de seu sobrinho?



Esquadrão da Moda Vs. Laura Matsuda

Sim, finalmente a internet está se tornando um local cada vez mais seguro, harmonioso e repleto ...


Sim, finalmente a internet está se tornando um local cada vez mais seguro, harmonioso e repleto de igualdade.

Obrigado, Justiceiros Sociais por seu infinito esforço em patrulhar as redes sociais e confrontar a elite opressora burguesa branca capitalista satânica da família tradicional. O que seria de mim, gordo branco porteiro opressor machista e com uma divida histórica maior que o valor do meu carro que precisei parcelar em 60 vezes.

A vocês o meu maior Obrigado!

Graças ao excelente trabalho, algumas noites atrás eu fui pego de surpresa e até perdi o sono. Descobri que a nova personagem brasileira Laura Matsuda  do Street Fighter V, ganhou novos trajes e pasme: Unicamente para propagar a objetificação do corpo feminino.

Eu fiquei boquiaberto, não podia acreditar na ousadia da Capcom. Eu cai de joelhos em frente ao PC enquanto as lagrimas brotavam de meus olhos. Consternado, eu socava o chão e gritava: POR QUE CAPCOM! VOCÊ JÁ MATOU O MEGAMAN E AGORA ISSO! PORQUEEE! NÃO PODE! É FEIO!

Depois de uma xícara de café bem forte com açúcar para acalmar os nervos e digitar um textão, mas um textão daqueles, eu fui pensar um pouco mais sobre essa pouca vergonha permitida pela Capcom.

Que absurdo, mulher de verdade não é desse jeito e sequer conseguiria lutar com uns peitões desse tamanho. É fisicamente impossível, mesmo que Hadoukens não existam e o jogo não se prende a física do mundo real ou mesmo a crua e machista realidade que todas as mulheres reais vivem.

Eu estou correto em todas as minhas afirmações bando de onanistasEsse jogo é um desrespeito total a mulher brasileira, pois faz dela apenas um objeto de prazer visual aos homis.
Essa Laura está perfeita e aceitável moralmente
Como podem ter percebido esse monte de asneira que escrevi acima é a mesma coisa que milhares de outras pessoas costumam fazer todos os dias, se chama: Problematizar. Querem distorcer tudo ao seu redor para se mostrarem superiores ou melhores. Ser militante social vem se tornando comum e se vai de frente a seus ideais, logo será rotulado de escroto racistas, machista e etc...

Nem mesmo as mulheres que se opõem a esses ataques histéricos são perdoadas. É sempre "Ou está conosco ou está contra nós". É um tanto curioso ver a hipocrisia enraizada nos depoimentos dos SJWs, que sempre acabam oprimindo até mesmo  o oprimido.

Como podem ter notado eu cago para a opinião desse povo mimizento e sei que eles fazem o mesmo por minha opinião, com a diferença que adoram um palco para exibirem seus super poderes de justiceiro social, que se resume a chamar uma esponja de lavar louça de racista e criticar a vestimenta de uma personagem de video game.

Street Fighter é famoso pelos personagens exagerados e até mesmo as mulheres de curvas sensuais, a Chun - Li sem dúvida é uma das mais famosas e representantes desse modelo de mulher na franquia. Obviamente que os homens também são todos sarados e com um corpo que eu jamais alcançarei nessa vida ou em outras três, no caso de reencarnação.

O Ryu ganhou uma opção de roupa que os músculos e barba cerrada levou a mulherada ao delírio e não rolou mimimi. Por que será, hein?

As mulheres brasileiras hoje em dia utilizam roupas curtas, decotes e nós brasileiros estamos tão habituados a isso no dia-a-dia. E agora por causa de uma personagem irreal vocês começam a querer cagar regra de como eles devem criar os personagens. 


Sinceramente eu recomendo que vocês não joguem o jogo, não colaborem com esse tipo de conteúdo que vocês consideram tão ofensivo a mulher brasileira. Quero ver como vai ser a venda dos jogos depois que vocês se negarem a comprá-lo ou jogá-lo.

Quando eu não gosto de algo eu não consumo. Odeio funk, não to comprando CD e nem assistindo vídeo no YouTube. E vocês?


É, eu sei que vocês vão jogar esse game e dentro de alguns meses terão esquecido desse alvoroço todo que estão fazendo.

Sim, é pura hipocrisia e vocês são hipócritas pra carai!

A Bia Chun - Li abordou sobre essa polemica e citou pontos importantes a cerca desse assunto e recomendo a leitura. Eu recomendo fortemente a leitura.

Ah! Eu duvido que alguém vá fazer um cosplayer dessa nova roupa da Laura Matsuda. Nenhuma mulher se sujeitaria a isso.
http://pictigar.com/user/vanessawedge
Ops! Eu estava errado!

SPLATTERHOUSE - Um Remake de Encher os Olhos (com muito sangue)

Splatterhouse é um daqueles jogos que eu sempre quis ter o prazer de me dedicar a jogatina, mas...


Splatterhouse é um daqueles jogos que eu sempre quis ter o prazer de me dedicar a jogatina, mas o fato dele ficar restrito aos consoles me entristecia muito, principalmente por ser fã da franquia e não ter os malditos consoles que receberam o jogo.

Só que isso mudou, a cerca de uma semana eu adquiri um Xbox 360 e corri atrás de alguns jogos que meu coração gamer ansiava. Claro, eu já havia jogado em 2013 no console do meu irmão, mas não é a mesma coisa - Pois eu não morei tempo o suficiente com ele para terminar o jogo.

A questão é que finalmente eu estou jogando Splatterhouse e o jogo oferece uma experiencia única, pois se você teve apenas contato com as versões do Arcade e Mega Drive, provavelmente vai se deliciar com as referencias e até mesmo com o fato de que o jogo oferece os três títulos clássicos para serem desbloqueados durante a jogatina.
I’m here to kick ass and chew bubblegum and I’m all out of bubblegum
Apesar do jogo ser lançado 2010 para o PlayStation 3 e Xbox 360, ele não envelheceu nem um pouco mesmo depois de 6 anos.

O enredo não mudou muito e podemos dizer que os personagens ganharam uma profundidade muito maior. No clássico você apenas fica sabendo que Jennifer foi sequestrada e que você foi atacado no processo e caiu desmaiado no chão. Acordou com uma mascara no rosto e poderes do Jason Voorhees.

É, adoro o Jason, baita cara legal quando não tá trucidando adolescentes.

No jogo você começa como nos clássicos, os personagens Rick e Jennifer são atacado enquanto visitava a mansão do Dr.West para entrevista-lo. O protagonista acaba sendo ferido mortalmente por uma das experiencias malignas do Doc e cai em uma poça de sangue tão grande que nenhum absorvente feminino poderia conter. Também puderá, as tripas dele ficaram pra fora.

Bem, o personagem acaba por topar com a mascara de satanás ou Satans Mask, que oferece uma ajudinha a Rick em troca do corpo. Por sinal a mascara é um dos personagens mais divertidos do jogo e ela está sendo incrivelmente dublada pelo grande Jim Cummings que é ninguém menos que a voz do Urso Pooh, Dr. Eggman, Shocker entre outros personagens dos desenhos animados, a lista é enorme, acredite.
Fica parado, tem uma mosca nas suas costas
Transformado pela mascara, agora Rick pode salvar Jennifer das mãos do terrível Dr. West e ainda esquartejar a todos os inimigos que encontrar em um cenário 3D e que em determinados fases alterna para o formato side-scroller. Uma homenagem a suas raízes

A violência também é extremamente alta e não é indicada para você que foi criado a base de danoninho, pois vai chorar toda as vezes que precisar finalizar o inimigo arrancando a bexiga dele pelo o ouvido.

Durante a jogatina também é possível coletar fotos da Jennifer pelas fases, algumas em locais difíceis de enxergar. As fotos que você coleta, pelo menos as duas que completei são da Jennifer com os seios de fora. Acredito que cincos anos atrás as coisas eram mais simples na hora de criar um jogo para adultos e sem os mimizentos do Facebook.
Respira Zé, volta pra nóis
O protagonista também pode adquirir novos movimentos especiais ao coletar sangue dos inimigos que derrota. Rick consegue entrar em estado de Berserk, que faz com que seu corpo seja cobertos por ossos pontiagudos e que dilaceram facilmente a todos. Outro detalhe é que o corpo do personagem vai perdendo carne, o que dá a sensação de dano que você leva. Qualquer golpe mais forte e o braço de Rick é atirado ao chão, que no caso ele pode pegar e utilizar como arma.

Os inimigos gigantes também são uma das novidades e exige muita paciência para ser derrotado, visto que as vezes é preciso encará-los duas a três vezes no melhor estilo God of War, só que sem correntes e sim com os punhos.


Estou com algumas horas e parado no terceiro capitulo, pois as fases são bem longas, mas o auto save realmente facilita nessas horas porque dá pra morrer as vezes de maneira bem boba.

O jogo é mais que recomendado caso você procure por um título repleto de humor negro, violência e desafio.
Prometo colocar só a ponta
Splatterhouse vai ser presença no console por um bom tempo ao lado do primeiro episódio de  Resident Evil Revelations 2, que em breve vai aparecer por aqui. Claro, o Netflix também tá lá, mas isso é outra história.

Abaixo você confere a trilha sonora SENSACIONAL que toca durante todo o jogo:


Final Fantasy IX - O melhor jogo da franquia finalmente no PC

Enquanto uma parcela da comunidade gamer ainda se enxugava após o vídeo do gameplay de Final Fa...


Enquanto uma parcela da comunidade gamer ainda se enxugava após o vídeo do gameplay de Final Fantasy VII remake, que tá parecendo um ótimo action rpg. De repente do nada a Square Enix anunciou Final Fantasy IX  para PC e smartphones no Japão, e que por enquanto segue sem data de lançamento.

Sem dúvida alguma esse nono titulo é um dos mais esperados por mim e aqueles que não morrem de amores por Squall e Cloud. E não me entendam mal, pois sempre achei esses dois títulos hypado demais. E não estou dizendo que são jogos ruins, mas digamos que não me conquistaram e o sistema de matérias e junctions é um porre.

Claro, eu ainda irei jogá-los até o fim, um dia talvez, quem sabe?

Quanto ao Final Fantasy IX, posso dizer que seus personagens carismáticos e sua história me conquistaram. O protagonista principal Zidane consegue fazer o seu trabalho, mas o mago negro Vivi, é disparado um dos meus personagens preferidos.

Ah! Chega a ser uma pena que esse título vá receber apenas port melhorado e não uma remasterização total do jogo todo, mas está bom, pior seria se o transformassem em um hack´n slash no processo.

A versão para smartphones também não ficou feio, até bateu uma vontade de adquirir um aparelho com android.

Bem, enquanto Final Fantasy IX não chega ao PC, o jeito é tirar o PlayStation da caixa e reviver as aventuras de Zidane e seus amigos.

Via: PC GAMER

Retrospectiva 2015

Nada de retrospectiva 2015 mais magra , eu continuo gordo, mas um pouco mais estável do que ante...


Nada de retrospectiva 2015 mais magra, eu continuo gordo, mas um pouco mais estável do que antes. A novidade é que  minha testa teve um aumento e a área cabeluda reduziu, mas no geral to bem, obrigado.

Cara, 2015 foi um ano repleto de surpresas,  e porque não começar a retrospectiva falando sobre minha ida ao Brasil Game Show onde conheci meu amigo Marvox.

Claro, eu escrevi três texto a respeito a minha ida, porém, ainda pareceu pouco para descrever a imensa felicidade que foi conseguir a credencial  imprensa. Posso dizer que esse foi o meu presente de natal adiantado, sem dúvida

Também aconteceu algumas coisas estranhas, como o fato dos meus pais se separarem após longos 31 anos de casamento. Inicialmente eu me senti estranho, magoado, mesmo ciente das condições a qual os levaram a se separarem. 



Passado alguns meses o machucado ainda estava lá, não queria aceitar que  um dia meus filhos não teriam seus avós juntos. Eu queria que meus filhos pudessem sentir e vivenciar a experiência que tive, mas em um estalo eu entendi o quão egoísta estava sendo. Percebi que não se pode amar alguém e querer condiciona -lo a uma vida infeliz.

Foram meses estressantes, mas que parecem ter chegado ao fim. E que falta fez ter uma arma fácil nessas horas.

É obvio que estou brincando com a ideia de suicídio - Ou não?

Durante esse tumultuado momento acabei por abandonar o curso de webdesign no segundo semestre. Primeiramente por não conseguir me concentrar, e em segundo lugar: Percebi que não era o que eu queria. Foi bem difícil tomar a decisão de deixar o curso, principalmente por causa das amizades que fiz, mas foi a decisão mais certa a se fazer, mesmo que arriscada.

E falando em se arriscar, eu estou participando do Portal QuadNation, no qual sou um dos idealizadores ao lado dos brothers Marvox e Soler.

Lá eu costumo fazer as notícias sobre games, mas tu me encontra também no QuadCast dando pitaco. Por sinal, mês passado gravei o QuadCast: Fallout, onde meus amigos Marvox,  Marcos Emeagate e eu batemos um papo sobre a história da franquia - Na realidade é o Marcos que dá um show sobre a historia do game.



Mudando de assunto, na minha vida pessoal rolou outra surpresa que foi o meu retorno ao antigo emprego, aquele do qual havia saído em fevereiro. Depois de 5 meses procurando emprego e fazendo entrevistas, na qual a média de salário oferecido era de 870R$ a 900R$ reais - em uma cidade que a média do aluguel é de 700R$ á 900R$.

Eu comi o pão que o diabo mascou e cuspiu no chão por cinco fucking meses. A situação ficou tão fodida que acabei vendendo jogos que gostava para pagar o aluguel, o que limitou a verba de muitas coisas. 


Olha, posso dizer que minha esposa é a melhor companheira do mundo, pois ela esteve ali ao meu lado o tempo todo. Nem eu estava suportando mais todo a maré de merda que estava acontecendo, mas ela continuou ali, me dando forças pra continuar.

Bem, eu pensei em omitir esses detalhes, mas isso aqui se chama o Arquivos do Woo, ou seja, aqui eu arquivo as coisas que não quero esquecer e essa é uma delas. Vai que um dia eu faleça antes do 100, pelo menos fica o registro.

No geral o ano de 2015 não foi de todo ruim. Sei que coisas ruins aconteceram, mas serviu para me abrir os olhos a respeito de muitas coisas.

Mas deixemos a tristeza de lado, pois minha família também cresceu, agora temos uma coelha e ela se chama Ravena. A Kirie (A gata) não curtiu muito a nova irmãzinha inicialmente, mas já estão ficando amigas aos poucos.





Quanto ao blog, eu quero que em 2016 ele cresça muito mais e o pouco que cresceu nesses últimos anos se deve a você leitor. Obrigado!

Feliz Ano Novo

MeMe: O QUE EU JOGUEI EM 2015

Mais um ano que está chegando ao fim, e o Arquivos do Woo continua vivo, gordo, forte e sendo a...


Mais um ano que está chegando ao fim, e o Arquivos do Woo continua vivo, gordo, forte e sendo atualizado - mesmo que mensalmente, mas que não deixa de fazer parte desse MEME anual que une os brothers.

Infelizmente esse ano as coisas foram um pouco complicada e acabei não terminando nenhum game. Comecei muitos, mas completar eles que é bom NADA.

Eu não vou me estender muito, pois se você está lendo isso, então provavelmente quer saber o que diabos eu andei jogando durante todo o ano, então vamos começar com

Meu contato com Earthbound (Mother 2) aconteceu por volta de 2010. Lembro que o design e alguns textos que havia lido a respeito do jogo fizeram com que eu desse uma chance ao título.

Vou ser direto, eu não segui adiante nas jogatinas e quando me dei conta eu nem lembrava mais do jogo ou da existência dele. 

Anos depois me deparo com um texto sobre Mother 3. Lembrei do episódio com Earthbound e decidi que é hora de me redimir e dar uma chance a essa franquia que é tão cultuada.

Depois de algumas horas jogando eu não queria parar mais. O jogo é bem melhor do que seu antecessor, Earthbound, principalmente os personagens. Posso dizer que a história dele me prendeu muito, principalmente o drama familiar que não posso explicar, pois seria spoiler.

Oras, eu gosto de histórias tristes.

Infelizmente ainda não conclui o jogo, mas meu save tá lá parado, quietinho e me aguardando.

Eu nunca zerei nenhum game da franquia Legend of Zelda, no máximo passei algumas horas explorando e depois deixei ali parado. No caso do Legend of Zelda - Minish Cap, eu resolvi me esforçar um pouco mais, pois queria sentir aquela magia que tantos dizem.

Talvez não tenha rolado aquela química na mesma intensidade que eu esperava, porém foi o suficiente para me prender e fazer com que eu continuasse com as aventuras do Link. E se alegra os fãs, eu estou me divertindo muito e pretendo terminar ele até 2077.

Sim, foi isso foi uma referencia.

Depois de terminar esse eu pretendo partir para outro título da franquia. Quais você recomendam Link to the Past  ou Ocarina of Time?

Eu adoro a franquia Persona, principalmente o quarto título, porém, Persona 3 tem um sério problema: Tártaros.

Andar por aquela torre é extremamente chato. Eu sei que é a dungeon e etc... Só que eu acho chato. Não me importo de passar horas nas dungeons do Persona 4, mas aqui não rola. E tem o fato de que você ainda pode topar sem querer com a maldita morte durante a dungeon.

O jogo é ótimo, eu sempre avanço um pouco na história, mas é daquele jeito, uma partida a cada 1 a dois anos e meio. Se não fosse pelo PSP, provavelmente não teria jogado esse titulo esse ano.

Yohi´s Island - Super Mario Advance 3 é aquele jogo muito gostoso de se jogar. Eu passei horas jogando ele, çpgp depois de ficar sem energia em casa - que por sinal vira e mexe acontece onde moro.

Eu já conhecia o jogo pela versão do Super Nintendo, mas nunca havia jogado pra valer. Nessa versão do Game Boy Advance o game continua lindo, mas se me perguntarem se há diferenças de uma versão para a outra eu não tenho ideia.

Só digo uma coisa: O Mario é um tremendo pé no saco nesse jogo, mas recomendo fortemente esse jogo.

Obscure foi um dos games que eu tive nos tempos em que o PlayStation 2 ainda era rei. O filho da mãe nunca rodou sem travar em alguma parte, então acabou ficando jogado e terminou no lixo.

Anos depois o meu amigo Marvox escreve a respeito da duologia Obscure (Que você  pode conferir aqui) e isso me motivou a ir atrás do jogo. Eu poderia ter pego o primeiro título, mas não queria ter o trabalho de pegar ISO, queimar DVD e jogar no console, então peguei Obscure - Aftermath e botei no PSP.

É um ótimo game de horror teen, sem dúvida alguma. E o fato de ser possível jogar com mais de um personagem é muito divertido. No console é possível um coop local, então se tem amigos com que jogar, não perca a oportunidade e os convide, pois vale muito a pena.

Eu tomei altos sustos e olha que sou um baita bundão pra games de horror, porém, continuei firme e forte, até que bugou o meu save.

OH! VIDA!

Não é segredo pra ninguém que eu sou um grande fã do anime Dragon Ball, pelo menos para quem me acompanha. O que me faz sempre pesquisar por títulos de jogos que eu ainda não tenha conhecido, e a bola da vez foi o Dragon Ball  Super Sonic Warriors.

Conheci ele através de uma lista de top 10 jogos, que vi lá no YouTube e não lembro o link ou canal... Eu não vou fazer jabá mesmo, dane-se!

O jogo tem ao seu dispor quase todos os personagens da série, e  talvez seja esse o seu maior ponto positivo. mesmo sendo necessário desbloqueá-los. 

Os comandos são bem simples ( também puderá, tamo falando de Game Boy Advanced) e as lutas bem rápidas e  um tanto frustrante as vezes. É um ótimo game pra se conhecer e brincar por um tempo, mas ainda recomendo o Budokai Tenkaichi 2.

Fallout New Vegas retorna a lista. Nada é tão divertido quanto fugir de DeathClaws e brigar com Nightwalkers - ou tomar sustos com os Feral Ghouls.

Uma das coisas mas divertidas de voltar a Wasteland, é que dessa vez estou curtindo as quest e explorando tudo o que esse cenário pós-apocalíptico tem a oferecer. 

Na primeira vez que o terminei, lá em 2013, eu estava tão focado em termina-lo logo, que hoje posso ver o quanto perdi do universo de Fallout.

É isso, to jogando de novo e se você não jogou ainda, ouça o podcast sobre Fallout que gravei meus brothers Marvox e Marcos Tirso.

Quem conversa comigo sabe o quanto adoro a franquia Metal Gear, mesmo que tenha jogado apenas a trilogia (MGS, MGS 2 e MGS3), que por sinal TODOS PRECISAM JOGAR, caso contrário. Não porque estou "pedindo", e sim por serem jogos excelentes.

Metal Gear Solid Peace Walker era o título que eu sempre quis jogar (depois do MGS 4), e graças ao bom coração do meu primo, Neto, eu pude jogá-lo.

Eu queria dizer a vocês que minha experiencia foi muito boa, mas não foi. Não gostei nada dos comandos no PSP, e olha que eu persisti, mas achei tão frustrante controlar o personagem que acabei abandonando. 

Um dia eu voltarei, um dia.

Ultimamente eu me permiti a experimentar alguns jogos que provavelmente eu ignoraria, e acabei descobrindo o Super HOT.

Ele é um FPS bem diferente dos BF e CoD da vida - Ou qualquer outro FPS. A começar com o fato de que você interage em um mundo todo em slow, e o tempo só acelera quando você se movimenta. 

Loucura, não?

Rola uma dificuldade para se adaptar, pois você pode desviar das balas, você consegue vê-las, mas também pode ficar cercado por elas e ser estilhaçado se criar uma estratégia.

Pode parecer extremamente fácil as primeiras fases, mas depois de um tempo você estará habituado com os comandos e a morrer por balas que você não viu o trajeto. 

O clima do jogo lembra muito aqueles filmes de simulação virtual dos anos 80. Eu lembrei muito do filme Lawnmower Man de 1992, que aqui ganhou o nome O Passageiro do Futuro - O filme é terrível, não assista.



Super HOT é um game desafiador e injustamente pouco conhecido. Por sinal você pode jogá-lo de graça clicando AQUI. - O jogo ainda não está completo e seu lançamento é previsto para 2016.

Esse ano eu não joguei tanto quanto eu queria, mas esses foram os que mais dediquei um tempinho jogando. 

Espero que tenham curtido e até a próxima, e não deixem de conferir o texto dos participantes logo abaixo.

Participantes
Felipe Barbosa - Videogames com Cerveja - videogamescomcerveja.blogspot.com.br
Breno Barbosa - Blog Desocupado - des-ocupado.blogspot.com.br
Eduardo Farnezi - Gamerniaco - gamerniaco.wordpress.com
Felipe B. Barbosa - Videogames com Cerveja - videogamescomcerveja.blogspot.com
Fúria - Round ONE Games - round1.com.br
Gamer Caduco - Gamer Caduco - gamercaduco.com
Gebirge - Canal Gebirge BR - youtube.com/gebirgebr
Hugo Varani - ChampzCast - champzcast.wordpress.com
Kyo - New Old Players - newoldplayers.blogspot.com
Marcos Vieira Machado - QG Master - qgmaster.blogspot.com.br
Marvox - Blog MarvoxBrasil - marvoxbrasil.wordpress.com
Mestre Ryu - Santuário do Mestre Ryu - www.santuariodomestreryu.com.br
thr2e - zeroplay4fun - youtube.com/zeroplay4fun
Usopp - Canal Jornada Gamer - alvanista.com/jornadagamer
Willi Weiss - Point Games Brasil - www.pointgamesbra.blogspot.com